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A importância do logístico Processamento de Pedidos e Transporte.


A importância do logístico Processamento de Pedidos e Transporte.

A logística deve ser aplicada para obtenção de vantagem competitiva, através da disponibilização do produto certo, na quantidade certa, no local certo, no momento certo, nas condições adequadas para o cliente certo a preço justo, atingindo assim a eficiência e eficácia do processo.

É influenciada diretamente pelos custos associados à suas atividades. As organizações já estão investindo em novas formas de implantar uma logística de exportação diferenciada e competitiva. Ao invés de buscar a contenção de custos na redução de pessoal, as empresas devem se aprofundar na implementação da sequência transporte- logística. Parte das empresas que trabalham com o comercio exterior já dispõe ate de departamentos específicos para cuidar desta área. Afinal, é por meio dela que se alcançam os lucros e se reduzem custos sem excluir mão de obra. ALABY (2003).

As principais funções logísticas, ou seja, Armazenagens, Processamento de Pedidos e Transporte, iniciaram-se antes mesmo da existência de um comércio ativo entre regiões vizinhas. O comércio entre países e/ou entre regiões de um mesmo país é frequentemente determinado pelo fato de que diferenças nos custos de produção podem mais do que compensar os custos logísticos necessários para o transporte entre as regiões.

FOB... Sigla de “Free on Board”, o vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria transpõe a expedição da fábrica. A partir do momento de embarque, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos, todas as despesas passam a correr por conta do comprador.

Just-In-Time... Pode ser traduzido como “no tempo certo”, JIT é um sistema de controle de chegada precisa de materiais quando eles são necessários na linha de produção objetivando a redução de estoques.

Kanban... Meio de comunicação do sistema JIT desenvolvido e aperfeiçoado na Toyota (Japão). Trata-se de “aviso” em peças ou partes específicas de uma linha de produção para indicar a entrega de uma dada quantidade ou esgotamento.

Logística... Parte do processo da cadeia de suprimento que planeja programa e controla o fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender aos requisitos dos consumidores.

Modais... Modos ou meios de transporte mais adequados no atendimento das mais diversas rotas. São classificados de acordo com a modalidade em terrestre (rodoviário, ferroviário e dutoviário), aquaviário (marítimo e hidroviário) e aéreo.

Não Conformidades... Tarefas ou rotinas cumpridas fora dos padrões estabelecidos sujeitos a punições.

SCM – Suplly Chain Management Ferramenta que, usando a Tecnologia da Informação (TI) possibilita à empresa gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência. Nestes tempos modernos em que a exigência de consumo atingiu o limite extremo, o SCM permite às empresas alcançarem melhores padrões de competitividade.

Trade-off... Quando abrimos mão de algum bem ou serviço distinto para obter outro bem ou serviço distinto. Um Trade-off geralmente refere-se a perder uma qualidade ou aspecto de algo, mas em troca você ganha outra qualidade ou aspecto. Ele implica em que uma decisão seja feita com completa compreensão tanto do lado bom, quanto do lado ruim de uma escolha em particular.

A Logística como gestão, passa a ter a função de agregar valor ao produto através do tipo de serviço por ela oferecido. Entre as exigências dos clientes destacam-se a redução dos prazos de entrega, a maior disponibilidade de produtos, a entrega com hora determinada, o cumprimento dos prazos de entrega e a facilidade de colocação dos pedidos. Desta forma as empresas devem estudar quais são as suas necessidades para manterem sua competitividade e se estão segmentando os canais ideais de distribuição, para atendimento das exigências do cliente. 

Os canais de distribuição reversos (CDRs)

Com a crescente demanda de pedidos, a necessidade de ampliação do uso destes processos organizacionais, a máxima a utilização do espaço, equipamentos e mão de obra nos armazéns, esses sistemas de informação evoluíram e se constituem hoje no sistema de gerenciamento de armazéns.

 Têm sido pouco estudados e explorados pelas empresas, contribuindo para a inexistência de informações sobre eles na literatura especializada. Daí a importância do meio acadêmico em buscar mais informações sobre a sua administração e, posteriormente, difundi-la com eficiência no meio organizacional. Considerando estes aspectos, se faz necessário o planejamento de toda a movimentação dos produtos na cadeia de suprimentos e também o gerenciamento do fluxo reverso.

Operadores logísticos têm desempenhado bem essa função e estão se tornando eficientes nesta nova área da logística empresarial. O entendimento da importância da logística reversa no meio empresarial como vantagem competitiva é visto sobre várias ópticas diferentes, por isso, houve a necessidade do estudo sobre a sua origem e a sua importância para a logística empresarial como forma de agregar valor aos bens que retornam pelo canal reverso à cadeia de suprimentos.

Segundo Bertaglia (2003, p.461), focalizar as atividades que realmente têm valor agregado nos vários elos da cadeia logística começa a ser um fator crucial para as empresas. A característica do negócio se volta mais para como administrar a cadeia como um todo, de modo que seus elos trabalhem perfeitamente. A eliminação da complexidade e a descoberta de formas mais simples de colaborar são o grande desafio das organizações. 

O uso da tecnologia de informação Intermodalidade no serviço de transporte

Esta crescendo a cada ano, sendo explorada conforme o mercado vem demandando. Isso acarreta no desenvolvimento de novos sistemas para gerenciar toda uma cadeia ou apenas um local de uso, por exemplo, um centro de distribuição, onde, analisando a quantidade de processos e movimentação, é possível apresentar erros operacionais, decorrente da complexidade e do grande número de atividades realizadas. A fim de minimizar esses erros, as empresas têm investindo em tecnologia de informação, onde os custos são altos, mas a qualidade nos processos, eficiência e rapidez nas informações, além de uma alta acuracidade, faz com que os investimentos ofereçam um custo beneficio para empresa.

A intermodalidade, ou seja, a combinação de vários modais para efetuar o transporte de uma mercadoria de um ponto a outro é uma necessidade própria do processo de globalização dos mercados. Na verdade, as grandes distâncias que devem ser percorridas e os vários países envolvidos nas trocas crescentes de mercadorias exigem, na maior parte do tempo, o uso da intermodalidade para se transportar o produto de porta a porta. Aqui o transporte rodoviário de cargas assume um papel fundamental, pois é ele que viabiliza este processo. Para isso, o veiculo de transporte deve ter compatibilidade com os outros meios de transportes, principalmente no que diz respeito ao tipo e ao volume da carga transportada. Esta compatibilidade é facilmente obtida através do uso de carga unitilizada (uso de paletes e contêineres), a qual permite aumentar a velocidade do serviço de transporte e reduzir as perdas e danos com as mercadorias, uma vez que o numero de manuseios de carga será reduzido durante o transporte.

Assim, no embalo da globalização e com o advento do Mercosul, algumas transportadoras já saíram na frente dos concorrentes. A Gafor, por exemplo, transportadora que opera linha que vão do Recife ao Rio Grande do Sul e tem significativa participação nos mercados argentinos e uruguaios, matem 25% de sua frota no esquema de dois motoristas. Além disso, para manter o caminhão parado o menor tempo possível, ela adaptou 30% de suas 250 carretas com plataformas especificas para receber contêineres, facilitando em consequência a intermodalidade.
 

Sem sombra de duvidas, estas são medidas necessárias às novas exigências do mercado globalizado e contribuem para que a carga chegue mais rapidamente seguramente ao seu destino.

Controle de Qualidade Total em Grupo (Group-Wide Quality Control – a nova estratégia japonesa). Enquanto as abordagens baseadas na estratégia da Qualidade Total (Company-Wide Quality Control) já previam uma estreita integração da empresa com seus fornecedores, especialmente no que se referem à garantia da Qualidade, as mais recentes evoluções de tal estratégia para a lógica Group-Wide Quality Control tornam, sem dúvida, a relação cliente e fornecedor o foco do negócio. A lógica é ver cada negócio de forma global, considerando todo o grupo de empresas envolvidas no negócio. É com esta visão que se devem definir a política e a estratégia de desenvolvimento com o objetivo da satisfação do cliente. É uma abordagem empregada pela indústria japonesa.

B. Cadeias de Valor (a nova estratégia empresarial). Os modelos estratégicos atuais mais utilizados veem a capacidade de uma empresa fazer negócios muito condicionados à cadeia de negócios na qual está colocada e operando. Isso quer dizer que uma empresa, mesmo perfeita, porém colocada em uma cadeia de negócio de baixo valor agregado e com fornecedores e clientes pouco capazes, está destinada ao fracasso, enquanto uma empresa, ainda que com imperfeições, mas colocada numa cadeia certa, com fornecedores e clientes capazes está destinada ao sucesso. Sob esse ponto de vista, as interligações fornecedor-cliente, desde a estratégia até o relacionamento operacional, tornam-se fatores prioritários para determinar o valor de uma cadeia de negócio.

C. Gestão Total da Produção (Total Manufacturing Management – a nova estratégia industrial). No sistema just-in-time, a relação com fornecedores é, obviamente, um dos aspectos operacionais necessários para alcançar os resultados desejados. A evolução nos processos de controle de gestão e de contabilidade industrial, orientados no sentido dos custos globais, representa modificações significativas nos sistemas de avaliação de fornecedores, com relação às lógicas de parcerias baseadas em custos operacionais.

D. Desenvolvimento do Processo de Produção (Product-Process Development – a nova estratégia para o desenvolvimento de produtos). As abordagens mais recentes e inovadoras para o desenvolvimento e a industrialização de novos produtos baseiam-se na integração entre produto e processo (projetar produto e tecnologia simultaneamente, ou o produto em função da tecnologia existente), partindo das necessidades do cliente. Uma vez que boa parte das tecnologias de um produto consiste em tecnologias dos fornecedores, é óbvio que esta abordagem faz com que os fornecedores participem do desenvolvimento do produto. As implicações estratégicas, políticas e operacionais dessa abordagem levam à definição de novas regras do jogo, exatamente aquelas previstas pelo comakership (Merli, op. cit., 1994).
 

Referências Bibliográficas      

http://www.eps.ufsc.br/disserta98/kaibara/cap2.html

http://www.eps.ufsc.br/disserta98/kaibara/cap2.html

http://www.ebah.com.br/content/ABAAABGpsAD/apostila-logistica

http://www.rslima.unifei.edu.br/download1/pqe02/CRM2012.pdf

http://www.aedb.br/seget/artigos11/1351497.pdf

http://ri.uepg.br:8080/riuepg/bitstream/handle/123456789/776/EVENTO_O%20papel%20dos%20fluxos%20log%C3%ADsticos%20para%20a%20competitividade%20empresarial.pdf?sequence=1

http://www.pucpr.br/suprimentos/transportes.php

www.administradores.com.br/producao...um...logistica/.../download/

http://www.ppga.com.br/mestrado/2007/rosa-adriano_carlos.pdf

http://fasul.edu.br/pasta_professor/arquivos/24/8960_aula_3_logistica_empresarial.pdf

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