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Gestão de Estoque


A gestão de estoques é uma atividade que perfaz a logística empresarial e foi durante

muito tempo, deixada para um segundo plano nas preocupações dos gestores das empresas deste segmento. Entretanto, as empresas como um todo inclusive as varejistas, têm hoje uma grande preocupação quanto à gestão de estoques. O conceito de gestão de estoque está presente em praticamente todo o tipo de empresas, assim como no cotidiano das pessoas. Desde o início da história que as pessoas têm usado estoques de variados recursos, de modo a garantir o seu desenvolvimento e sobrevivência, tais como ferramentas e alimentos (GARCIA et al., 2006).

O processo de utilização de um sistema de gerenciamento de armazém como reposicionamento estratégico devido a grande expansão do volume de produtos estocados a operação ficaria lenta para ser controlada sem um sistema de gerenciamento que analise a influência entre a implantação de sistemas e as dificuldades encontradas no decorrer do processo, assunto esse abordado na área de sistemas de informações, administração de materiais especificamente, podendo ainda ser aplicados em grande variedade de indústrias tais como: terceirização logística, automotivas, alta tecnologia. Analisando a influência da posição geográfica do fornecedor em relação a seu cliente, assunto esse abordado na área de administração de materiais ( logística ) e administração de produção. Os custos logísticos correspondem a 10,6% do PIB brasileiro.

Alguns fatores que determinam a necessidae de armazenagem são:

 Necessidade de compensação de diferentes capacidades das fases de produção;
Redução dos custos de mão-de-obra;
Redução das perdas de materiais por avarias;
Melhoria na organização e controle da armazenagem.

No âmbito das empresas, sabe-se que os gastos com logística representam 8,5% da receita líquida, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem. E os gestores que buscam entender os custos logísticos do Brasil e das empresas que atuam no País. As análises permitem a comparação dos custos nos diferentes modais de transporte, além dos custos com estoque e armazenagem. Os custos logísticos correspondem a 10,6% do PIB brasileiro. No âmbito das empresas, sabe-se que os gastos com logística representam 8,5% da receita líquida, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem. O ponto ainda vulnerável na Logística é o capital humano, que apesar do conceito, relativamente novo no Brasil, em função do pouco tempo, foi menos desenvolvido, que as tecnologias. As organizações chegam a ponto de ruptura do desenvolvimento por falta destes profissionais. Somente ao final da década de 90 surgiram às graduações e especializações e até mesmo o curso de aperfeiçoamentos na área especifica.

Ainda hoje são mais utilizadas às experiências práticas que o conhecimento cientifico o que não é suficiente para atender o mercado competitivo e exigente que busca sempre a excelência e a eficácia no atendimento, essa mão de obra, busca o conhecimento e especialização neste novo conceito, o que facilitará bastante em função da experiência prática, mas a existência de entidades para esse fim ainda não é suficiente e fica limitado aos grandes centros. Uma boa novidade foi á alteração da grade curricular de ensino de algumas graduações voltado para gestão de negócios, que possibilitou a inclusão da matéria de Logística.

 Desta forma o termo posição geográfica do fornecedor será entendido como sua localização em relação ao seu cliente e quais as implicações a serem consideradas em uma definição do departamento de compras, sendo que existe uma série de avaliações a serem estudadas e que contribuem diretamente para o fechamento ou não de um pedido de compras. Com a posição geográfica do fornecedor o impacto no que diz respeito em uma decisão do departamento de compras Tendo em vista que a função tomada de decisão não só no departamento de compras mais também em toda organização é de fundamental importância, surge agora à oportunidade de acompanharmos de perto os passos a serem seguidos para um total cumprimento dessa função, pois nela envolve desenvolvimento de um relacionamento entre as duas partes (cliente e fornecedor), de tal forma que a parceria e a cooperação proporcionam melhores resultados do que o interesse próprio e o conflito. Essas tecnologias melhoraram bastante as relações entre fornecedores e empresas varejistas distribuidores e atacadistas, tornando possível interface na comunicação de dados, a ponto dos fornecedores controlarem on-line (tempo real) a necessidade do mercado, através do monitoramento dos estoques. Aliado as ferramentas de marketing de relacionamento que tem como finalidade principal controlar o consumo de cada cliente final, a exemplo da utilizada pelo grupo Wall Mart (Bom Club), pode se chegar á variadas característica de consumo de um determinado mercado. Hoje podemos arriscar á afirmação de que a Logística está bem servida de tecnologias no Brasil.

Referências Bibliográficas

http://www.rslima.unifei.edu.br/download1/pqe02/CustosLogisticosTecnologistica.pdf

http://www.tudosobrelogistica.com/artigos/armazenagem/

http://jovelogistica.wordpress.com/2010/08/31/evolucao-logistica-no-brasil/

www.ilos.com.br/web/index.php?...task...

http://www.artigonal.com/administracao-artigos/logistica-de-armazenagem-distribuicao-e-gestao-de-estoques-674382.html


http://www.webartigos.com/artigos/logistica-de-armazenagem-distribuicao-e-gestao-de-estoques/11778/

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